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REDES SOCIAIS16 SET 2025

TikTok, Reels ou Shorts? Como escolher a melhor plataforma de vídeos curtos para a sua marca

Leo TBR 360

Escrito por Leo

Tempo Leitura 8 minutos

TBR 360

Os vídeos curtos não são apenas uma tendência das redes sociais, eles se consolidaram como uma das principais formas de consumir conteúdo online. Se antes eram vistos como experimentais, hoje ocupam um espaço central na estratégia de marketing digital das marcas.

Mas uma dúvida que sempre surge durante o posicionamento de campanhas é em qual plataforma concentrar todo esse investimento.

Atualmente, TikTok, Instagram e YouTube disputam a atenção dos usuários e criadores, cada um oferecendo vantagens e recursos próprios para empresas que querem fortalecer sua presença digital.

O poder do TikTok

Na primeira ponderação aparece o TikTok, que é pioneiro e se tornou a grande referência quando o assunto é vídeos curtos. Não há como negar que é a rede onde a maioria das tendências nascem e viralizam em poucos dias (apesar do X, antigo Twitter, constantemente contestar essa informação). Para marcas, isso significa ter a chance de alcançar milhares de pessoas rapidamente, mesmo sem uma base de seguidores muito grande.

Um exemplo dessa prática são as pequenas lojas de roupas, que conseguem viralizar seus produtos em vídeos de poucos segundos, alcançando um público que talvez nunca chegasse por outros canais.

Mas, apesar de ser uma grande vantagem, isso também pode limitar a conversão direta, já que para pequenos negócios, muitas vezes, as vendas dependem da compra física, fazendo com que alcançar pessoas fora da cobertura de comércio possa soar pouco atrativo.

A conexão do Instagram

Com a repercussão alarmante dos vídeos curtos do concorrente TikTok, o Instagram não demorou muito e partiu para o confronto direto com os Reels, que logo se transformaram em um dos formatos mais relevantes para a plataforma.

A grande vantagem dos Reels é a proximidade com a comunidade que a marca consegue construir dentro do Instagram. Enquanto o TikTok é uma vitrine aberta para o mundo, os Reels funcionam como um canal de engajamento com quem já acompanha e interage com o perfil.

Para empresas que trabalham com branding, essa é, sem dúvidas, uma das ferramentas mais poderosas quando a ideia é manter a marca presente na rotina dos seguidores.

Contudo, é importante ressaltar que o algoritmo do Reels tende a favorecer grandes perfis, além de induzir uma disputa acirrada pela atenção do público com a crescente disponibilidade de vídeos curtos. Isso quer dizer que a necessidade de investimento em tráfego pago é cada vez mais consistente, impossibilitando que pequenos criadores ou negócios consigam um engajamento real sem se render aos mecanismos de impulsionamento pago.

YouTube Shorts buscando seu espaço

O YouTube trouxe o Shorts para disputar o mesmo espaço, mas até o momento a maior plataforma de vídeos do mundo não conseguiu emplacar sua aba de vídeos curtos com a mesma relevância.

Entretanto, os Shorts estão se tornando um recurso estratégico para marcas que desejam redirecionar a atenção de seu público-alvo para conteúdos de longa duração, ou seja, eles se tornam uma aposta para atrair mais espectadores para o seu canal no YouTube.

Enquanto TikTok e Reels são movidos por tendências atuais e por um imediatismo crescente, o algoritmo do YouTube mantém os vídeos circulando por mais tempo, permitindo que conteúdos bem produzidos continuem gerando visualizações e impactando novos usuários semanas ou até meses depois de publicados.

Afinal, qual escolher?

Não existe uma resposta certa para essa pergunta, pois tudo vai depender dos objetivos da sua estratégia de marketing.

Se a ideia é ganhar visibilidade rápida sem se preocupar com a conversão direta, o TikTok é a escolha certa. Agora para reforçar a conexão com quem já segue a sua marca, os Reels continuam a melhor aposta. Já os Shorts são uma ótima pedida para quem busca relevância média e longo prazo dentro do YouTube.

O ideal é mesmo testar! Muitas marcas encontram bons resultados ao combinar duas ou até as três plataformas, adaptando os conteúdos de acordo com o perfil do público em cada rede.